Paris é uma festa. Não é?! Imagine você andando pelas ruas e encontar nun beco uma gravura como essa. Uma série delas estão esplhadas pela cidade. É o Claire Streetart, um projeto que nasceu nas ruas de Paris, inspiradas pelo mito que envolve a cidade sobre “L´amour” . Bacana pra caralho.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Sketchbooks
Sketchbooks from Sketchbooks on Vimeo.
As páginas desconhecidas do processo criativo
O livro aborda as questões do processo criativo nas artes visuais,
amplamente ilustrado com imagens dos cadernos de esboços de 26
artistas contemporâneos brasileiros.
Foram selecionados pela sua diversidade de atuação, daí a participação
de designers, arquitetos, ilustradores, cartunistas, gra!teiros
e tipógrafos, entre outros.
O livro aborda as questões do processo criativo nas artes visuais,
amplamente ilustrado com imagens dos cadernos de esboços de 26
artistas contemporâneos brasileiros.
Foram selecionados pela sua diversidade de atuação, daí a participação
de designers, arquitetos, ilustradores, cartunistas, gra!teiros
e tipógrafos, entre outros.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Short stories
Lola mastiga.
A lancheria vazia. Lola observa ao redor, o cara vestido de amarelo com um queijo no rosto atende atrás do balcão. Carrega na bolsa um livro, um baton, moedas, um pequeno espelho e um canivete. Nunca sentiu desejo de cortar alguém, acha que não teria coragem. Mesmo assim o carrega como arma para defender-se. Olha novamente para o cara que atende atrás do balcão e sente vontade de ter uma pistola automática e sair disparando dentro da lanchonete.
Cavalo
Foda, estou estagnado. Não consigo produzir nada. Tenho que desenhar, terminar uma HQ, e escrever. Não consigo, pretendo escrecer uma série de Short stories, chamadas... Short stories... e nada. Nada, Nada e Nada... Tudo me abandona. Minha Não Literatura também. Estou relendo Pedro Juan Gutiérrez, senti saudade da literatura do cara. Wiskow voltando as origens? Acho que não, mas eu andava lendo muita coisa suave. Precisava ler algo com mais fibra.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Cidade Fantasma
Estrada. Sim, talvez o México. Pequenos hotéis, cerveja gelada e noites salpicadas de estrelas. Joana devora seu cachorro-quente com um suave e agradável sorriso.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Camelot 3000
Encontrei a "Camelot 3000". Bah, adorava ler essa Hq. Faz tempo, muito tempo, na época não passava na minha cabeça tentar escrever. Era um prazer do caralho deitar na cama e ler as histórias, admirar os desenhos de Camelot 3000. Na série, os Cavaleiros da Távela Redonda se veem reencarnados no futuro e têm de se reorganizar para enfrentar os inimigos - que também voltaram - e os dilemas do passado, ainda presentes. Era foda, gostava da idéia de uma Camelot futurística, de passado futuro. Ainda tinha temas como lesbianismo para apimentar a coisa toda, e claro, a velha traição. Wiskow nostálgico.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Cidade Fantasma
Apartamento 3
20:44 - Noite
Ana não gostava de altura, nem de escritores. Macia, abundante. Passava o tempo solitária, durante o dia trabalhava numa lanchonete. Ali, Carlos a conheceu. Antes de tudo, Ana gostava de deitar na cama e trabalhar como uma contorcionista.
20:44 - Noite
Ana não gostava de altura, nem de escritores. Macia, abundante. Passava o tempo solitária, durante o dia trabalhava numa lanchonete. Ali, Carlos a conheceu. Antes de tudo, Ana gostava de deitar na cama e trabalhar como uma contorcionista.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
...
Havia todos aqueles bares transados, pessoas transadas, lugares transados, pessoas com roupas transadas.
Lola gostava de todos eles. Era uma legítima habitué. Então ela vinha com a mesma ladainha para me carregar junto.
"Você tem que ter estilo", ela dizia.
Por um tempo eu tentei frequentar os lugares, aquelas pessoas tão transadas.
Elas me cansavam, os lugares, as conversas, tudo tão cool.
Minhas camisas eram surradas, velhas, não eram transadas e eu gostava delas.
Eu cansava de tudo aquilo. Havia as bebidas, também transadas. Essas eu gostava. Você é muito apático, ela dizia. Você é tão anti-social, mas amo você.
E eu continuei cansando de tudo aquilo, até que cansei de Lola e de seu jeito transado.
Por um tempo eu tentei frequentar os lugares, aquelas pessoas tão transadas.
Elas me cansavam, os lugares, as conversas, tudo tão cool.
Minhas camisas eram surradas, velhas, não eram transadas e eu gostava delas.
Eu cansava de tudo aquilo. Havia as bebidas, também transadas. Essas eu gostava. Você é muito apático, ela dizia. Você é tão anti-social, mas amo você.
E eu continuei cansando de tudo aquilo, até que cansei de Lola e de seu jeito transado.
sábado, 16 de outubro de 2010
...
Tinha todo aqueles dias quentes
e Carol gostava de ficar de molho na banheira
era bom vê-la lá
eu aparecia com balas de hortelã
oferecia a ela
você é um cara estranho, dizia Carol
e Carol gostava de ficar de molho na banheira
era bom vê-la lá
eu aparecia com balas de hortelã
oferecia a ela
você é um cara estranho, dizia Carol
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Vacas de Porto
Cabrones, Porto Alegre está com suas vacas na rua. O CowParade, algo como um coletivo de artistas que decoram esculturas de vacas em fibra de vidro. As vacas estão distribuidas em locais públicos como estações de metrô, avenidas e parques. O evento já passou por mais de 55 cidades em todo o mundo. Um idéia simples e bacana, atraente, difícil passar por elas e não dar uma espiada. Porto Alegre bateu o batendo o recorde nacional de participação.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
...
eu chegava com minhas roupas velhas
o ar cansado e o rosto sem graça
nos víamos de tempos em tempo
e ela sempre me esperava com o mar nos olhos
o ar cansado e o rosto sem graça
nos víamos de tempos em tempo
e ela sempre me esperava com o mar nos olhos
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Cidade Fantasma
Apartamento 207
Lídia adora super heróis. Espera por eles, tem sonhos. Espera por um Wolverine, Capitão América, Super-homem. É bom vê-la andando pelo bairro.
Lídia adora super heróis. Espera por eles, tem sonhos. Espera por um Wolverine, Capitão América, Super-homem. É bom vê-la andando pelo bairro.
SONHOS DE VERÃO NUMA NOITE SULINA
As rádios haviam anunciado uma forte onda de calor que se instalaria sobre o Rio Grande do Sul. Porto Alegre está mergulhada nela. Um inferno, terrível. As casas se tornam fornos e a população busca o refúgio que pode. Os relógios marcam uma temperatura superior a 40 graus. Derreto, meu corpo gruda. Em meio a tudo isso ainda consigo pensar em noites geladas em Praga.
Imagino um passeio noturno acompanhado por uma bela tcheca de cabelos tão dourados que são capazes de ofuscar o sol. O corpo voluptuoso, cheio de generosas curvas, ancas largas, uma farta bunda e suculentos peitos. A pele muito branca e suave, exalando um suave perfume. As ruas da cidade cheias de História, os
prédios e casas banhados pelas sombras da noite, as luzes cansadas nos postes de iluminação. A gostosa sensação do frio em nossas faces. Depois uma pequena pensão, uma cama grande e confortável, cigarros, alguma boa bebida e a noite toda pela frente...
Acho que ando meio romântico. Então lembro da minha conta bancária e deixo Praga nos meus sonhos dourados. O ventilador capenga ronca, ligo o rádio. Sinto-me leve e tranqüilo.
Mulheres zanzam para cima e para baixo durante a noite. CORPOS, CORPOS E CORPOS. As ruas estão barulhentas, as buzinas dos idiotas gritam, a procura incessante, as pernas de fora. Um bolsão pulsante de desejos. Continuo escrevendo tentando escrever.
O calor sufocante, o suor, a cama solitária. Que trágico, que auto-piedade! O calor continua aqui no Sul, e Praga ainda é um sonho distante.
Imagino um passeio noturno acompanhado por uma bela tcheca de cabelos tão dourados que são capazes de ofuscar o sol. O corpo voluptuoso, cheio de generosas curvas, ancas largas, uma farta bunda e suculentos peitos. A pele muito branca e suave, exalando um suave perfume. As ruas da cidade cheias de História, os
prédios e casas banhados pelas sombras da noite, as luzes cansadas nos postes de iluminação. A gostosa sensação do frio em nossas faces. Depois uma pequena pensão, uma cama grande e confortável, cigarros, alguma boa bebida e a noite toda pela frente...
Acho que ando meio romântico. Então lembro da minha conta bancária e deixo Praga nos meus sonhos dourados. O ventilador capenga ronca, ligo o rádio. Sinto-me leve e tranqüilo.
Mulheres zanzam para cima e para baixo durante a noite. CORPOS, CORPOS E CORPOS. As ruas estão barulhentas, as buzinas dos idiotas gritam, a procura incessante, as pernas de fora. Um bolsão pulsante de desejos. Continuo escrevendo tentando escrever.
O calor sufocante, o suor, a cama solitária. Que trágico, que auto-piedade! O calor continua aqui no Sul, e Praga ainda é um sonho distante.
sábado, 9 de outubro de 2010
@
Página da HQ que desenhei para a revista Golden Shower Zine
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
...
Sirvo meu café
Apenas uma xícara, preto
ela diz: tenha paciência
não digo nada, fico em silêncio
ela repete: tenha mais paciência
mais, mais, mais...
sorvo um gole, faço ruídos
ela me olha e diz, mais paciência.
eu acho que tenho, e me sirvo de mais café.
Apenas uma xícara, preto
ela diz: tenha paciência
não digo nada, fico em silêncio
ela repete: tenha mais paciência
mais, mais, mais...
sorvo um gole, faço ruídos
ela me olha e diz, mais paciência.
eu acho que tenho, e me sirvo de mais café.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Camiseteria
Tô lá de novo. É, a vida é dura cabrones! Se puder, vote:
Gracias.
sábado, 2 de outubro de 2010
Algumas noites são longas demais até para o diabo
Cabrones, ando lendo as tiras do meu camarada, Fabrício Romano. Muito boas, engraçadas. Tiras simples e certeiras. Vale conferir:
Cidade Fantasma
Apartamento 25.
Carol, vira noites e madrugadas. Vaga pela pelos cômodos, usa uma máscara estranha. Contra gás, máscara de gás. Máscra de combate, como militares usam para se protejerem contra gases tóxicos, venenosos.
Carol, vira noites e madrugadas. Vaga pela pelos cômodos, usa uma máscara estranha. Contra gás, máscara de gás. Máscra de combate, como militares usam para se protejerem contra gases tóxicos, venenosos.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Hello Kitty
Shintaro Tsuji há 50 anos fundava a Sanrio no Japão. A empresa é hoje uma das mais importantes do mundo em design e licenciamento de personagens. Entre os personagens está Hello Kitty, adorada pelas garotas de todo o mundo. Aprendi a gostar de Hello Kitty assistindo com minha filha Sofia, que me faz ver milhares de vezes seus filmes preferidos repetidamente. Fico impressionado quando pergunto o nome daqueles estranhos bonecos, e na sabedoria de seus cinco anos de idade, Sofia responde: Chococat , Keroppi, Badtz-Maru, My Melody, Deery-Lou.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
...
"Não estou pedindo que se tenha piedade do artista, não estou pedindo financiamentos públicos, não peço sequer compreensão; peço apenas que nos deixem em paz na alegria e no horror de nossas obras."
(Charles Bukowski)
(Charles Bukowski)
Mais uma do Velho Safado. E eu gosto disso, gosto de muitas de suas frases. Aquelas frases que dizem o que você gostaria de dizer mas não soube. Estar fodido não torna você um artista, talvez ajude. Sim ,talvez. Eu prefiro não estar. Foda-se a arte nesse caso. Estar sem grana, mulher, sem perspectiva, estar em um emprego de merda ganhando uma miséria. Nada disso transforma você em um artista. Alguns transformam isto em arte, conseguem. Eu prefiro dez milhões na conta, não precisar me preocupar com grana. É isto a merda da grana. Prefiro a tranquilidade, as pessoas que amo próximas a mim, o sossego e uma bela mulher compreensiva que aguente meu mau humor e neuroses. Tenho um emprego desgastante e trabalho mês a mês para ganhar minha ração, a miséria do meu salário. Isto não faz e não fará de mim um bom escritor. Mesmo que pudesse escolher, eu ficaria com a tranquilidade de uma vida menos fodida. Faço a minha Não literatura.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
DILBERT
Scott Adams
Esse cara é gênio.
Esse cara é gênio.
Scott Adams nasceu em Windham, Nova Iorque (EUA), em 1957, e graduou-se na Faculdade de Economia de Hartwick, em 1979. Exercendo profissão na área durante quase vinte anos, em 1988 começou a desenhar tiras, criando os personagens Dilbert e Dogbert. Apresentou-os a algumas empresas do ramo, mas foi recusado por quase todas. Chegaram a sugerir-lhe que aprendesse a desenhar melhor ou que fizesse parceria com alguma pessoa que tivesse mais experiência. Foi aceito, porém, pela United Media.
Adams escreve de uma maneira satírica, com uma dose de sarcasmo sobre a paisagem social e mental de trabalhadores de corporações modernas e empresas grandes. Antes de seu sucesso como escritor/cartunista, Adams trabalhou no banco Crocker, em São Francisco, entre 1979 e 1986, e em Pacific Bell, entre 1986 e 1995. A criação de seus personagens possui inspiração direta nos colegas com quem conviveu durante esses anos e as primeiras tiras eram baseadas no seu dia-a-dia nas empresas.
Adams escreve de uma maneira satírica, com uma dose de sarcasmo sobre a paisagem social e mental de trabalhadores de corporações modernas e empresas grandes. Antes de seu sucesso como escritor/cartunista, Adams trabalhou no banco Crocker, em São Francisco, entre 1979 e 1986, e em Pacific Bell, entre 1986 e 1995. A criação de seus personagens possui inspiração direta nos colegas com quem conviveu durante esses anos e as primeiras tiras eram baseadas no seu dia-a-dia nas empresas.
domingo, 26 de setembro de 2010
...
Buenas, Wilame Prado é jornalista e escritor, nasceu no Estado do Vampiro de Curitiba. Gente boa. Descobri pelo Twitter que ele publicou em seu blog - que faz parte do site do jornal O Diário de Maringa odiario.com - um conto meu. Wilame escreve crônicas, contos, dá dicas de livros, filmes, fala sobre o cotidiano da cidade... Sempre que aguém findica meu blog ou contos fico lisonjeado e agradecido, ao mesmo tempo penso: Bah, algumas pessoas se arriscam indicando o Cavalos ou meus contos. Ela sempre corre o risco de ouvir alguém lhe falar:
- Cara, como você pôde indicar aquilo!
Gracias, parceiro!
- Cara, como você pôde indicar aquilo!
Gracias, parceiro!
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Na Terra de Cabral
Quer ouvir dois contos meus (A garota do strip e eu e CLUBE DOS SUPER ESCRITORES DE PORTO ALEGRE) em terras Terras Lusitanas? Então vai lá no site raizonline
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Charles Bukowski
Novo livro de Charles Bukowski acaba de ser lançado pela L&PM Editores. Já estou tri afim de ler. Vou ter que juntar meus trocados para comprar. Pedaços de um caderno manchado de vinho é uma seleção de textos originalmente publicados em pequenas revistas independentes. Entre os textos estão o primeiro e o último conto de Bukowski a serem publicados, assim como seu primeiro e seu último ensaio, e a primeira das famosas colunas “Notas de um velho safado”.
Taí o serviço:PEDAÇOS DE UM CADERNO MANCHADO DE VINHO
Charles Bukowski
Tradução de Pedro Gonzaga
304 páginas
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
2º Prêmio BlogBooks
Buenas, acho que tenho que informar aqui. O Cavalos não passou para segunda fase do 2º Prêmio BlogBooks. Acabou o prazo para votação e meus votos não foram suficiente. Foda.
Quero agradecer as pessoas que votaram no Cavalos. Gracias, amigos. Vocês possuem classe.
No mais estou escrevendo um pequeno conto. Um conto simples, muito simples. Realismo Fantástico.
As coisas não andam muito bem, tento assim mesmo não parar totalmente.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Revista Idea Fixa
Capa da nova edição da Revista IdeaFixa Underground | #17, feita pelo cartunista Rafael Sica. Sou fã do trabalho do cara. Bela capa.
2º Prêmio BlogBooks
Votar no Cavalos? Ela acha que colocando o link aqui votaremos? Depois de tudo? NUNCA!
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Cachalote
Teaser animado da graphic novel "Cachalote", de Daniel Galera e Rafael Coutinho.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
"MALDITOS CARTUNISTAS"
O vídeo peguei do blog do Allan Sieber. Documentário de cartunistas falando sobre a ingrata arte de ser... cartunista... Interessante.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Angeli
Angeli é capa da edição 191 da Revista Trip. Melhor, um desenho do próprio, e uma entrevista. Sou fã do Angeli desde que me conheço por gente, antes mesmo disso. Eu desejava ser um cartunista na adolescência e sempre que lia e via seus quadrinhos pensava: quero ser o Angeli. Me indetificava de alguma forma, assim como me identificava com outros caras que descobri mais tarde, de escritores a pintores. O CARA, pra mim sempre foi o ele, The Boss. O Poderoso Chefão. Ainda é.
O ÚLTIMO CIGARRO NO DESERTO GAÚCHO
Julio e Rodrigo estavam em dúvida se atravessavam o famoso deserto do Rio Grande do Sul. Nunca colocaram os pés naquelas paragens. Ouviram falar. E só. O deserto ficava no centro-oeste do Estado. Não era habitado, e pouca ou quase nenhuma água havia. Dando sorte poderiam encontrar um poço d’água. Com azar a água que levariam acabaria antes do previsto e sem encontrar os tais poços morreriam de sede. Chuva, seria milagre. E milagres não costumam acontecer à toda hora.
Na noite da partida Julio checou a água e os mantimentos, Rodrigo os cigarros.
- Caralho Rodrigo, eu preocupado com a água e a comida e tu com os cigarros!
- Morro de sede mas não morro sem degustar um último cigarrinho - retrucou Rodrigo.
- Tá legal, enfia esses cigarros na bunda e vamos embora.
Os dois se foram. O dia mal surgia no horinzonte como uma suave camada de luminozidade e os dois já sentiam o calor. Rodrigo praguejou pela primeira vez durante o caminho e acendeu um cigarro. Deixou a fumaça encher os pulmões e ao soltá-la sorriu sozinho.
- Cacete, esse lugar deve ser o inferno! - disse Rodrigo.
- Ainda não estamos bem no deserto - disse Julio.
Os dois continuaram. Dois dias depois estavam em pleno deserto gaúcho. O inferno. Rodrigo bebia como um desesperado. Julio tentava controlar-se. O sol ardia. Nada no horizonte, nada por ali. Uma vastidão de nada. Apenas sol e areia. Os dois descansavam à noite. Exaustos. O céu pintado de estrelas. Muito claro.
Quatro dias e Rodrigo bebeu o último gole d’água. Cigarros restavam oito.
- Temos que achar um poço - disse Julio num tom sombrio.
- Caralho, nunca devíamos ter vindo! - praguejou Rodrigo. - Estou quase sem cigarros.
- Estamos sem água - disse Julio.
Os dois continuaram. Sem água e com sete cigarros. O sol queimava, o calor sufocava. Nada de poços d’água. Nada de chuvas. Nada de milagres. Rodrigo fumou outro cigarro. Mais alguns dias e os dois arrastavam-se. Na boca seca surgiam feridas. Julio teve alucinações. Primeiro grandes dragões que cuspiam fogo e riam, depois montanhas de carros velhos retorcidos que criavam vida. Nada de água. Nada de poços.
- Vamos morrer - disse Julio num fio de voz.
- Não deveríamos ter vindo! Merda de deserto gaúcho, e eu nem sabia que isso existia.
- Preciso beber, preciso beber um pouco de água! - exclamou Julio.
- E se mudássemos de direção? Dever haver um poço d’água em algum lugar dessa merda.
- Amanhã vamos para leste - murmurou Julio.
E os dois juntaram forças e foram. Olhavam para o céu, um monte de nuvens sádicas estavam lá. Não choveu uma gota.
- Não posso mais - disse Rodrigo.
- Temos que andar. Vamos encontrar o maldito poço.
- Estamos mortos! Estamos mortos! - disse Rodrigo, logo após tirou um cigarro do bolso, acendeu e deu uma profunda tragada. Era o último cigarro.
Na noite da partida Julio checou a água e os mantimentos, Rodrigo os cigarros.
- Caralho Rodrigo, eu preocupado com a água e a comida e tu com os cigarros!
- Morro de sede mas não morro sem degustar um último cigarrinho - retrucou Rodrigo.
- Tá legal, enfia esses cigarros na bunda e vamos embora.
Os dois se foram. O dia mal surgia no horinzonte como uma suave camada de luminozidade e os dois já sentiam o calor. Rodrigo praguejou pela primeira vez durante o caminho e acendeu um cigarro. Deixou a fumaça encher os pulmões e ao soltá-la sorriu sozinho.
- Cacete, esse lugar deve ser o inferno! - disse Rodrigo.
- Ainda não estamos bem no deserto - disse Julio.
Os dois continuaram. Dois dias depois estavam em pleno deserto gaúcho. O inferno. Rodrigo bebia como um desesperado. Julio tentava controlar-se. O sol ardia. Nada no horizonte, nada por ali. Uma vastidão de nada. Apenas sol e areia. Os dois descansavam à noite. Exaustos. O céu pintado de estrelas. Muito claro.
Quatro dias e Rodrigo bebeu o último gole d’água. Cigarros restavam oito.
- Temos que achar um poço - disse Julio num tom sombrio.
- Caralho, nunca devíamos ter vindo! - praguejou Rodrigo. - Estou quase sem cigarros.
- Estamos sem água - disse Julio.
Os dois continuaram. Sem água e com sete cigarros. O sol queimava, o calor sufocava. Nada de poços d’água. Nada de chuvas. Nada de milagres. Rodrigo fumou outro cigarro. Mais alguns dias e os dois arrastavam-se. Na boca seca surgiam feridas. Julio teve alucinações. Primeiro grandes dragões que cuspiam fogo e riam, depois montanhas de carros velhos retorcidos que criavam vida. Nada de água. Nada de poços.
- Vamos morrer - disse Julio num fio de voz.
- Não deveríamos ter vindo! Merda de deserto gaúcho, e eu nem sabia que isso existia.
- Preciso beber, preciso beber um pouco de água! - exclamou Julio.
- E se mudássemos de direção? Dever haver um poço d’água em algum lugar dessa merda.
- Amanhã vamos para leste - murmurou Julio.
E os dois juntaram forças e foram. Olhavam para o céu, um monte de nuvens sádicas estavam lá. Não choveu uma gota.
- Não posso mais - disse Rodrigo.
- Temos que andar. Vamos encontrar o maldito poço.
- Estamos mortos! Estamos mortos! - disse Rodrigo, logo após tirou um cigarro do bolso, acendeu e deu uma profunda tragada. Era o último cigarro.
domingo, 5 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
MESMO DELIVERY
Como vocês sabem o quadrinista Rafael Grampá criou um blog para publicar as Fan art da MESMO DELIVERY. Desenhei uma ilustração há algum tempo para o blog. Gostei de ver publicado lá, como sabem, sou fã do trabalho do cara.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Pornográfico
Este resumo não está disponível.
Clique aqui para ver a postagem.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Adeus, Bogotá!
Tá, os caras todos olharam. Havia a garçonete, meio em graça, pernas finas e boa bunda. E daí, azar, disse Romano. Eu pegava. Legal, mas o motivo maior da presença dos caras era sem dúvida a nova garçonete.
Xis Salada, gordura, Pepsi Cola.
Aí, é ela. Angelina Jolie. A cara, o focinho, a boca, olhos, bunda.
O meu sem maionese. Ela sorriu. Cara de cachorro. Bundão.
Na rua os carros arrotavam, o sol explodia. E ela ali, a cara e o focinho.
sábado, 28 de agosto de 2010
Mister Bukowski
Você tem que escrever uns poemas de amor decentes.
não se preocupe com a idade
e/ou novos talentos.
vá às corridas ao menos uma vez por semana
e ganhe
se possível.
aprender a ganhar é difícil -
qualquer porcão pode ser um bom perdedor.
e não se esqueça de Brahms
e de Bach e de sua birita.
não faça muito exercício.
durma até o meio dia.
evite cartões de crédito
ou pagar qualquer coisa no
dia.
lembre-se que não existe um cu
nesse mundo que vale mais que $50(em 1977)
e se você tiver a capacidade de amar
primeiro ame a si mesmo
mas sempre tenha em mente a possibilidade
dederrota total
ainda que a razão dessa derrota
pareça certa ou errada -
um gostinho de morte cedo não é necessariamente
uma coisa ruim.
fique longe de igrejas e bares e museus,
como a aranha seja paciente -
o tempo é a cruz de todo mundo,
mais solidão
derrota
traição
toda essa sujeira.
fique com a cerveja.
cerveja é o sangue contínuo
um amor contínuo.
pegue uma boa máquina de escrever
e enquanto os passos vêm e vão
além da sua janela
bata nela
bata nela com força
como se fosse uma luta de pesos pesados
faça como o touro em sua primeira investida
e lembre-se dos velhões
que lutaram tão bem:
Hemingway, Céline, Dostoiévski, Hamsun.
se você acha que eles não enlouqueceram
em quartos minúsculos
assim como você faz agora
sem mulheres
sem comida
sem esperança
você então não está no ponto.
beba mais cerveja.
há tempo.
e se não houver
está tudo bem
também.
não se preocupe com a idade
e/ou novos talentos.
vá às corridas ao menos uma vez por semana
e ganhe
se possível.
aprender a ganhar é difícil -
qualquer porcão pode ser um bom perdedor.
e não se esqueça de Brahms
e de Bach e de sua birita.
não faça muito exercício.
durma até o meio dia.
evite cartões de crédito
ou pagar qualquer coisa no
dia.
lembre-se que não existe um cu
nesse mundo que vale mais que $50(em 1977)
e se você tiver a capacidade de amar
primeiro ame a si mesmo
mas sempre tenha em mente a possibilidade
dederrota total
ainda que a razão dessa derrota
pareça certa ou errada -
um gostinho de morte cedo não é necessariamente
uma coisa ruim.
fique longe de igrejas e bares e museus,
como a aranha seja paciente -
o tempo é a cruz de todo mundo,
mais solidão
derrota
traição
toda essa sujeira.
fique com a cerveja.
cerveja é o sangue contínuo
um amor contínuo.
pegue uma boa máquina de escrever
e enquanto os passos vêm e vão
além da sua janela
bata nela
bata nela com força
como se fosse uma luta de pesos pesados
faça como o touro em sua primeira investida
e lembre-se dos velhões
que lutaram tão bem:
Hemingway, Céline, Dostoiévski, Hamsun.
se você acha que eles não enlouqueceram
em quartos minúsculos
assim como você faz agora
sem mulheres
sem comida
sem esperança
você então não está no ponto.
beba mais cerveja.
há tempo.
e se não houver
está tudo bem
também.
2º Prêmio BlogBooks
Não sei, talvez eu vote nele... No Cavalos... Acho que esse cara é um cavalo, eu li agumas merdas dele.
Vote aqui:
http://www.blogbooks.com.br/blogs/votando/YmxvZ2Jvb2tzXzI4Mg==
Vote aqui:
http://www.blogbooks.com.br/blogs/votando/YmxvZ2Jvb2tzXzI4Mg==
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Frank
Frank chutou a lata, chutou as palavras, chutou muitas caras. Frank, seu velho imbecil. Frank, Frank! Onde está a literatura? Onde está? Você fica mudo. Chute sua máquina de escrever. Chute ela, Frank! Vamos! Ninguém precisa disso. Nem mesmo você, seu velho senil. Não escute eles. Não, não...
Frank chutou a lata, chutou palavras e cabeças. Não adianta chutar Frank. Quebre sua máquina de escrever. Ela não é para você. Nunca foi, nunca será!
Frank, Frank! Não tente escrever histórias. Não tente, Frank! Não tente nos enganar, Frank. Muitos já fazem isso.
Quero ser um milionário
Cabrones, com a intenção de conseguir alguns trocados resolvi criar uma estampa para o site Camiseteria. Não tenho as "manhas" para criar design de camisetas, mas você sabe, a vida anda dura. Então arrisquei. A estampa mais votada pode ser produzida pela camisaria, assim o "design" que a criou leva uma grana. Sendo a minha uma das escolhidas você pode adquirir uma camiseta com uma estampa criada pelo fabulo e modesto Wiskow. Ajude o velho Wiskow se tornar um milionário. Vai lá e vote.
Gracias
As regras são estas:
1. Nota Pública
Esse é o critério mais importante na avaliação. Quanto maior a nota pública, maiores são as chances de produção.Gracias
As regras são estas:
1. Nota Pública
2. Fator “EU COMPRARIA!” (5+)
A nota 5+ indica que a estampa tem boa aceitação do público do site. O “fator de compra” é fundamental na escolha dos vencedores.
sábado, 21 de agosto de 2010
Literatura e Vale Tudo
Devo tentar escrever alguma coisa nova. Penso nisso, mas não escrevo. Quem sabe uma hora, ainda tenho uma micro novela para escrever e não escrevo. Acho que deveríamos hibernar no inverno. Agora passo minha noites assistindo MMA (Mixed Martial Arts) na tv. O popular Vale Tudo. Socos, pontapés, chutes na cara, na cabeça, cotoledas, joelhadas. É foda oque esses caras aguentam de porradas. Os brasileiros são tops, muito cara bom. Anderson Silva é um fenômeno, você olha o cara e pode até pensar que pode encarar. Seria uma grande merda para você. Outros são assustadores, gigantescos, montanhas de músculos, e nem passaria por sua cabeça tentar algo. Então fico na cama, sem ânimo para escrever, com alguns livros ao lado, e assistindo ao MMA na tv.
10 centímetros
Foi de repente que aquela coisinha surgiu do nada. Muito estranho. Primeiro pensei que fosse uma mariposa ou algo parecido, mas então a “coisa” começou a me chamar. Foi quando me aproximei e então pude ver melhor. Era uma inacreditável e magnífica mulher minúscula. A mulher mais linda que eu já havia visto. E o corpo, O CORPO era UMA COISA ESTUPENDA.
Tão sinuoso, cheio de curvas e carnes que você ficava parecendo um garotinho. Usava um desses vestidinhos curto, muito curto. Peitos perfeitos e muito firmes que apontavam para você dentro de uma camiseta colada ao corpo, cortada de uma maneira que a barriguinha ficasse à mostra. Tinha pernas torneadas e uma bela bunda. Tudo perfeito demais se não fosse o fato dela ter ASAS. A mini-mulher tinha um par de asas transparentes grudadas nas costas. Além, claro, de medir apenas uns dez centímentos de altura. Então eu fiquei olhando aquela coisa maravilhosa e bizarra, sem saber o que dizer. Ela abriu a boquinha linda, o rosto lindo e soltou as palavras.
- Assustado? Os homens sempre ficam assustados na presença de mulheres?
- Algumas me assustam.
- Eu, te assusto?
- Você não é bem o tipo de mulher que encontro pelas esquinas.
- hahahaha. - Sabe quem eu sou?
- Não.
- Sua leitora. Sua leitora mais fiel.
- ... Minha leitora?!
- Claro, porque não?
- Tudo bem. Desde quando?
- Desde sempre, mas só agora resolvi aparecer para você - disse ela, a mulher de 10 centímetros de altura. A mulher mais linda e com o corpo que era realmente um negócio de boa.
- Acho que sou o cara que possui a leitora mais interessante do planeta.
- Quem sabe! Talvez eu seja a sua única e real leitora. Acho você o melhor de todos, já foi melhor e por isso eu apareci. - Você está perdendo a mão. Você não é mais o mesmo, talvez precise de uma mulher como eu.
- Talvez. Talvez eu precise parar.
- Vocês nunca param - disse ela, e então bateu as asas e posou em minha mão. Linda. Era uma tortura. O corpinho ali, muito sensual. Examinei-a de cima a baixo.
- Devo estar ficando louco - eu disse.
- Você não viu nada - ela respondeu e num piscar de olhos sumiu.
Tão sinuoso, cheio de curvas e carnes que você ficava parecendo um garotinho. Usava um desses vestidinhos curto, muito curto. Peitos perfeitos e muito firmes que apontavam para você dentro de uma camiseta colada ao corpo, cortada de uma maneira que a barriguinha ficasse à mostra. Tinha pernas torneadas e uma bela bunda. Tudo perfeito demais se não fosse o fato dela ter ASAS. A mini-mulher tinha um par de asas transparentes grudadas nas costas. Além, claro, de medir apenas uns dez centímentos de altura. Então eu fiquei olhando aquela coisa maravilhosa e bizarra, sem saber o que dizer. Ela abriu a boquinha linda, o rosto lindo e soltou as palavras.
- Assustado? Os homens sempre ficam assustados na presença de mulheres?
- Algumas me assustam.
- Eu, te assusto?
- Você não é bem o tipo de mulher que encontro pelas esquinas.
- hahahaha. - Sabe quem eu sou?
- Não.
- Sua leitora. Sua leitora mais fiel.
- ... Minha leitora?!
- Claro, porque não?
- Tudo bem. Desde quando?
- Desde sempre, mas só agora resolvi aparecer para você - disse ela, a mulher de 10 centímetros de altura. A mulher mais linda e com o corpo que era realmente um negócio de boa.
- Acho que sou o cara que possui a leitora mais interessante do planeta.
- Quem sabe! Talvez eu seja a sua única e real leitora. Acho você o melhor de todos, já foi melhor e por isso eu apareci. - Você está perdendo a mão. Você não é mais o mesmo, talvez precise de uma mulher como eu.
- Talvez. Talvez eu precise parar.
- Vocês nunca param - disse ela, e então bateu as asas e posou em minha mão. Linda. Era uma tortura. O corpinho ali, muito sensual. Examinei-a de cima a baixo.
- Devo estar ficando louco - eu disse.
- Você não viu nada - ela respondeu e num piscar de olhos sumiu.
2º Prêmio BlogBooks
Wiskow e sua Incansável busca por votos para o 2º Prêmio BlogBooks
terça-feira, 17 de agosto de 2010
2º Prêmio BlogBooks
Eu votar no Wiskow, Cavalos? Você só pode estar brincando! Enfia este link no...
Amy Winehouse e o frio por aqui
Buenas, praticamente não ando produzindo nada. Por aqui um frio danado, e com este frio nada de tentar escrever ou desenhar. Meu cérebro congela, minha mãos, tudo. Quero apenas ir para baixo do cobertor. Em alguns lugares neva um pouco e alguns loucos aparecem aqui no Sul desejando ver neve, sentir o frio. Eu queria fugir dele. Não gosto dele. Lembro de quando era criança, e ao ir para escola pela manhã via a grama nas calçadas, os vidros dos carros cobertos por uma camada de gelo. Muita geada, o campo, a cidade coberta por forte neblina. Um certo dia minha mãe me chamou para ver que caía uma leve neve. Achei bonito, parecia pequenos flocos de algo suave. Ir para escola pela manhã era o inferno. Fico contando os dias para o inverno passar.
Enquanto isto conversando com meu pai acabei descobrindo que ele
gosta de Amy Winehouse e tinha gravado um DVD com músicas da cantora. Eu andava procurando algum DVD pirata para comprar mas não encontrava. Meu pai como todo bom homem ofereceu-me meu seu DVD da Amy por um longo tempo. Vou ouvi-lo enquanto tento escrever ou desenhar.
sábado, 14 de agosto de 2010
2º Prêmio BlogBooks
Votar no Wiskow? Cavalos? EU quero mais é que ele se foda!
http://www.blogbooks.com.br/blogs/votando/YmxvZ2Jvb2tzXzI4Mg==
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sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Não sei o motivo...
Mas fiz. Minha namorada me mostrou. Sempre elas, as mulheres acreditando em nós, pobres homens. Não sou um cara dado a participar de concursos, nem jogar na loteria, nada. Não acredito que possa ganhar alguma coisa, mas de quando em quando me meto em algo. Na verdade eu gostaria de ganhar 40 milhões na Mega Sena. Buenas, então tá! Se você desejar votar no Cavalos, tem o link ao lado. Concorro na categoria Arte e Cultura. Arte? Cultura?
Vote: http://www.blogbooks.com.br/blogs/votando/YmxvZ2Jvb2tzXzI4Mg==
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E você sabe... Eu poderia estar roubando!
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
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